FEBRE NA GRAVIDEZ: RISCO DE AUTISMO?

De acordo com a pesquisa, o efeito da febre foi mais pronunciado no segundo trimestre, elevando as probabilidades de TEA em 40%. Já os filhos de mulheres que relataram três ou mais episódios de febre após a décima segunda semana de gravidez tiveram um risco de autismo aumentado em mais de 300%.